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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Leitura de Sinais




Sinais...
saber olhar, saber ver...
parece fácil.
Mas o que fazemos, inconscientemente não é apenas olhar e ver...mas sim...
interpretar.
Porque em nós se foi formando e endurecendo o "tecido neural" (associações de causas-efeitos que o nosso cérebro constituiu, por observar e ouvir, e gerar sensações, emoções e conclusões, que ligou).
O nosso tecido neural dificulta tremendamente a leitura de sinais nos outros.
Não lemos: realizamos "filmes".
Por exemplo, vemos uma jovem na rua em que notamos marcas de ter chorado, nos seus olhos e face...
e muito naturalmente fazemos um "filme": teve um desgosto, uma dor recente, algo de menos bom lhe aconteceu.
No entanto, a jovem pode ter vindo de uma cerimónia, de uma recepção de um prémio, do local de recepção de uma notícia excelente que a emocionou.
Na realidade não sabemos.
Mas fazemos os nossos filmes, condicionados pelo nosso tecido neural e pelos nossos filtros (os nossos valores, as nossas crenças, entre outro/as).
E quantas vezes estes filmes estão desfocados da realidade do outro...que é o que temos de captar, em Coaching...
Há que fazer um duro trabalho de não-interpretação...
de nos treinarmos a ver e a ouvir, todos os dias, sem interpretar.
Fazendo a desaprendizagem do "interpretar", no que toca a sinais que nos são transmitidos pelos outros.
A "desaprendizagem" faz-se através de nos forçarmos a parar no ver e ouvir.
A aprendizagem efectua-se ao não associar sensações ou interpretações.
Até que se torne um hábito.
Se queremos saber de facto o que vai na mente das pessoas...só há um modo de o fazer.
Colocando perguntas adequadas.
E obtendo respostas sinceras.
E ficamos então a saber o que estava por trás dos sinais lidos naquela pessoa específica naquele tempo em particular.
Nada mais do que isso.
E a aprendizagem continua pela não-generalização: pessoas, eventos, momentos e estados geram sinais.
Podem repetir-se, intra e inter-pessoa(s).
Podem.
Mas não devemos generalizar nunca, pois a generalização faz parte do caminho que nos leva de volta à interpretação, em prejuízo da percepção da realidade momentânea do outro.


Importante é também lembrar que, para poder aprender algo novo, a maior parte das vezes temos de passar primeiro por uma fase de "desaprendizagem": afinal, as crianças, quando aprendem a andar,  desaprendem o gatinhar...

domingo, 29 de agosto de 2010

Coaching


Coaching é encontrar em nós as soluções e caminhos para concretizarmos os nossos objectivos e desejos.
Porque é dentro de nós que as soluções para o que pretendemos e desejamos estão.
Muitas vezes, não sabemos é como começar nem onde procurar, dentro de nós.
Não sabemos que perguntas fazermos a nós próprios, nem por que ordem.
Não sabemos falar connosco próprios...
Então, recorremos a um Coach:
a pessoa, que possui treino, experiência e competência para nos fazer as perguntas...que nos permitem encontrar TODAS as respostas de que precisamos, etapa a etapa.
Como a água que rega a semente na terra e ajuda o planta a encontrar o caminho para a luz do dia, e a florescer e frutificar, assim o Coach nos ajuda a atingir os frutos por nós desejados...