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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Aceleradores e travões ou motores e barreiras...


Aceleradores...motores...

Travões...barreiras...

O que nos move?
O que nos trava?

O que nos move...
quando tentamos compreender o que nos move, colocamos uma série de perguntas que vão sucessivamente entrando em planos mais profundos do nosso eu.
Até encontrar a razão, muitas vezes exprimível em apenas uma palavra: um VALOR.

São, então, os nossos valores que nos movem.
São eles os motores, os aceleradores, as forças internas impulsionadoras dos nossos actos e do nosso percurso enquanto seres humanos.

Pergunte-se a um homem o que ele mais deseja na vida...
e imaginemos que ele responde: ser rico.
Pergunte-se então o que significa para ele ser rico...
e imaginemos que ele responde que é ter dinheiro e bens que, no seu conjunto, lhe permitam realizar todos os seus objectivos.
Pergunte-se agora quais são os seus objectivos...
e imaginemos que a resposta é ter uma casa para habitar, uma segunda casa, um determinado carro, um barco e uma empresa próspera e em crescimento.
Pergunte-se então um a um, o que significam para ele:

- a casa
- a segunda casa
- o carro específico
- o barco
- a empresa próspera e em crescimento...

e de pergunta em pergunta, feita em relação a cada objectivo...
podemos encontrar:

- pertença
- variedade
- estatuto
- liberdade
- segurança

São estes os VALORES que fazem mover este nosso homem imaginário:

ele quer ter o seu lar, onde pertence e que lhe pertence...
mas variar de lar sempre que lhe apeteça e possa,
quer ter o reconhecimento do seu estatuto através do seu carro,
quer ter a liberdade de percorrer mares ou rios no seu barco, indo onde quer...
e para tudo isso necessita de ter segurança, que lhe permita sustentar todos os objectivos anteriores sem preocupações...

VALORES: habitualmente uma palavra apenas.

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O que nos trava...
quando tentamos compreender o que nos trava, colocamos igualmente uma série de perguntas que vão sucessivamente entrando em planos mais profundos do nosso eu.
Até encontrar a razão: uma BARREIRA.

São, então, as barreiras que nos travam.
São elas os travões, os muros que quantas vezes existem apenas na nossa cabeça...as crenças limitativas,  as castradoras dos nossos actos e do nosso percurso enquanto seres humanos.

Pergunte-se ao nosso homem o que o impede de conseguir os seus objectivos, já desdobrados de "ser rico"...
e imaginemos que ele responde:
não tenho habilitações nem condições financeiras que me permitam criar e dirigir uma empresa, próspera e em crescimento que me proporcionará o atingir de todos os meus outros objectivos.

Este é então, o ponto de alavancagem: a empresa, que dará a segurança necessária para a concretização e manutenção dos seus outros objectivos.

Pergunte-se-lhe se já pensou em modos de ganhar mais dinheiro...
se a empresa tem de nascer já grande e próspera...
e se é ele que a tem de criar e gerir...

É natural que responda que não consegue imaginar modos honestos de ganhar mais dinheiro...
que nenhuma empresa nasce grande e próspera...
e que não tem de ser ele a criá-la e / ou a geri-la...

Pergunte-se-lhe então se consegue imaginar um negócio ou área de negócio específico/a para a sua empresa...
quanto dinheiro ele acha que será preciso...
se não conhece ninguém interessado em investir...
se já explorou a existência de fundos previstos para apoio à criação de empresas...
ou se conhece alguém que o possa ajudar...
quer a criar, quer a gerir...

É natural que surja hesitação, resposta de que "não, isso é tudo muito complicado, não consigo".

Está então na hora de perguntar o que significa para ele ser complicado...
se, por exemplo, tem filhos e acha simples educá-los...
e se desistiu de os educar por não ser simples...
se não consegue.

De pergunta em pergunta, de metáfora em metáfora,
vão-se esbatendo as crenças limitativas...
as barreiras, os travões à consecução dos objectivos...

BARREIRAS: muitas vezes também elas, uma palavra apenas...

- medo
- ignorância
- insegurança

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Desvanecidas as barreiras, os valores ganham mais força...os motores aquecem.

A transformação dá-se.

Isto não é o processo de Coaching...
faz parte dele.

Identificar VALORES.
Demolir BARREIRAS.
Alcançar OBJECTIVOS.
Ser FELIZ.

Nota: Escolhi um exemplo muito simples e comum.
         Mas Coaching serve para TUDO o que quisermos fazer e conhecer...
         há apenas que experimentar.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Leitura de Sinais




Sinais...
saber olhar, saber ver...
parece fácil.
Mas o que fazemos, inconscientemente não é apenas olhar e ver...mas sim...
interpretar.
Porque em nós se foi formando e endurecendo o "tecido neural" (associações de causas-efeitos que o nosso cérebro constituiu, por observar e ouvir, e gerar sensações, emoções e conclusões, que ligou).
O nosso tecido neural dificulta tremendamente a leitura de sinais nos outros.
Não lemos: realizamos "filmes".
Por exemplo, vemos uma jovem na rua em que notamos marcas de ter chorado, nos seus olhos e face...
e muito naturalmente fazemos um "filme": teve um desgosto, uma dor recente, algo de menos bom lhe aconteceu.
No entanto, a jovem pode ter vindo de uma cerimónia, de uma recepção de um prémio, do local de recepção de uma notícia excelente que a emocionou.
Na realidade não sabemos.
Mas fazemos os nossos filmes, condicionados pelo nosso tecido neural e pelos nossos filtros (os nossos valores, as nossas crenças, entre outro/as).
E quantas vezes estes filmes estão desfocados da realidade do outro...que é o que temos de captar, em Coaching...
Há que fazer um duro trabalho de não-interpretação...
de nos treinarmos a ver e a ouvir, todos os dias, sem interpretar.
Fazendo a desaprendizagem do "interpretar", no que toca a sinais que nos são transmitidos pelos outros.
A "desaprendizagem" faz-se através de nos forçarmos a parar no ver e ouvir.
A aprendizagem efectua-se ao não associar sensações ou interpretações.
Até que se torne um hábito.
Se queremos saber de facto o que vai na mente das pessoas...só há um modo de o fazer.
Colocando perguntas adequadas.
E obtendo respostas sinceras.
E ficamos então a saber o que estava por trás dos sinais lidos naquela pessoa específica naquele tempo em particular.
Nada mais do que isso.
E a aprendizagem continua pela não-generalização: pessoas, eventos, momentos e estados geram sinais.
Podem repetir-se, intra e inter-pessoa(s).
Podem.
Mas não devemos generalizar nunca, pois a generalização faz parte do caminho que nos leva de volta à interpretação, em prejuízo da percepção da realidade momentânea do outro.


Importante é também lembrar que, para poder aprender algo novo, a maior parte das vezes temos de passar primeiro por uma fase de "desaprendizagem": afinal, as crianças, quando aprendem a andar,  desaprendem o gatinhar...

domingo, 29 de agosto de 2010

Coaching


Coaching é encontrar em nós as soluções e caminhos para concretizarmos os nossos objectivos e desejos.
Porque é dentro de nós que as soluções para o que pretendemos e desejamos estão.
Muitas vezes, não sabemos é como começar nem onde procurar, dentro de nós.
Não sabemos que perguntas fazermos a nós próprios, nem por que ordem.
Não sabemos falar connosco próprios...
Então, recorremos a um Coach:
a pessoa, que possui treino, experiência e competência para nos fazer as perguntas...que nos permitem encontrar TODAS as respostas de que precisamos, etapa a etapa.
Como a água que rega a semente na terra e ajuda o planta a encontrar o caminho para a luz do dia, e a florescer e frutificar, assim o Coach nos ajuda a atingir os frutos por nós desejados...