Quem me conhece sabe que sou uma apaixonada [no contexto desta nota, restrinjo o âmbito desta confissão a tudo quanto escolho fazer].
A Programação Neuro Linguística [PNL] tornou-se uma paixão, desde o início da minha descoberta da sua existência.
E continua.
Em crescendo.
A PNL tem muitos practicantes, Mestres, muitos desconhecedores, muitos indiferentes, descrentes e detractores, como qualquer ciência, principalmente quando é ainda relativamente recente.
Em crescendo.
A PNL tem muitos practicantes, Mestres, muitos desconhecedores, muitos indiferentes, descrentes e detractores, como qualquer ciência, principalmente quando é ainda relativamente recente.
Quando recebi o meu mais recente treino [no passado mês de Abril], observei os meus Mestres a fazerem uma demonstração extraordinária.
Estava em destaque uma pessoa que tinha uma recordação, para ela muito dolorosa, no seu passado.
O facto que a provocava tinha demorado o seu tempo, não soubémos nem tínhamos que saber quanto nem qual o próprio facto em si: não é importante, e muitas vezes pode ser desconfortável partilhar esses dados.
O que todos compreendemos é que pessoa-em-destaque dedicava várias horas por dia a rever a situação que lhe causava tanta dor, sentindo sempre muita dor [todos os dias se auto-infligia dor, revisitando a experiência durante horas].
Ao terem sido colocadas diversas perguntas nunca-invasivas, a pessoa disse, coloquialmente, que gostaria de apagar a memória da sua mente.
Os Mestres perguntaram então se ela gostaria MESMO de apagar memórias da sua mente...aquela ou outras...
Achei a pergunta, na sua infinita simplicidade, GENIAL.
Porque quer a pessoa-em-destaque quer todos nós, restantes formandos, concluímos, após reflectirmos, para nós mesmos primeiro, e partilhando as conclusões individuais depois e voluntariamente, que, qualquer que fosse o tipo de memórias que tínhamos na nossa "colecção individual", não queríamos apagar nenhuma: o nosso "eu" ficaria incompleto e mais pobre sem qualquer uma das nossas memórias [que são o resultado de como vemos, sentimos e até podemos ouvir, em cada momento, algo que já passou].
Com todas as experiências que nos tinham deixado memórias, qualquer que fosse o seu tipo, tínhamos aprendido, logo tinham sido / eram úteis e importantes.
E ainda concluímos que, se olharmos para as experiências tidas do ponto de vista do que de positivo retirámos delas, do que aprendemos com elas, e aprendermos a, e decidirmos, usar essa aprendizagem nas novas situações que se nos deparam, não só não perdemos tempo a sofrer, inutilmente!, horas e horas com algo que aconteceu durante muito menos tempo do que aquele com que nos auto-infligimos, como teremos mais armas e ferramentas para utilizar em novas situações nas nossas vidas, como ainda libertaremos o tempo-antes-gasto para sermos [mais] felizes.
Somos um todo, e todas as experiências que, com o tempo, se convertem em memórias, fazem parte de nós. E podem ser utilizadas para sermos mais e melhor.
Aprendamos, então, a a substituir rejeição por reciclagem e integração.
E a usar os resultados.
Aprendamos, então, a a substituir rejeição por reciclagem e integração.
E a usar os resultados.

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