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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Feliz...e porquê?



Todos nós temos momentos em que nos sentimos imensamente e / ou intensamente felizes [também temos "d' outros"...mas não é sobre esses que escrevo agora].

Muitos de nós, por hábito, educação, programação dos nossos cérebros, de forma consciente ou inconsciente, sabemos ou procuramos saber porquê nos sentimos felizes.

E, em tal reflectindo, não penso que seja importante saber ou procurar saber porquê...
mas antes investir o tempo [que despenderíamos na racionalização] no enraizar da sensação.

E deixar fluir...sentindo, ouvindo e vendo as vibrações, sons e imagens que nos invadem...deixando que nos inundem, tornando-as ainda mais vastas, mais fortes, mais musicais, mais belas, mais brilhantes...até que saiam de nós, que se estendam à nossa volta, que tomem corpo, aroma, som, vida.

Tornar a felicidade que sentimos, senão palpável, capaz de se estender e tocar tudo e todos que a ela se abram.
E igualmente capaz de ser em nós armazenada, para que a possamos ir buscar de novo uma e outra vez...sempre que queiramos ou precisemos.

Porque o conjunto de cada um de nós com a nossa felicidade nos torna indestrutíveis.

Sem que seja de todo necessário saber porquê...mas antes como.
Como nos sentimos, no momento e na[s] sua[s] revisitação[ões].

1 comentário:

Margarida Pedroso Ferreira disse...

Tão verdade!

Eu sou pela felicidade :)

E o que vejo à minha volta são muitas pessoas empenhadamente a fechar portas à felicidade.

A felicidade não é circusntâncial - é antes de mais: UMA DECISÃO PESSOAL!